No pano
o trapo,
na esquina
a batida,
no vento
o saco plastico,
no centro barulho,
no inverno
o cha,
no biscoito
a maria,
na manteiga
o itambe.
Sunday, November 7, 2010
Saturday, November 6, 2010
No Grito
Da polvora
a fivela grossa.
Nas pernas a corrida.
Na palavra a ordem dita
liberdade em forca
dia de luta
esconderijo secreto
garganta seca
amigos mortos.
Duas vogais juntas
um risco um numero
o Brasil se silenciou
a foz do holocausto
se abrasileirou
O que era bonito
ficou sensurado.
Lutamos morremos
tentamos construir
no entanto
ficaram os sonhos.
a fivela grossa.
Nas pernas a corrida.
Na palavra a ordem dita
liberdade em forca
dia de luta
esconderijo secreto
garganta seca
amigos mortos.
Duas vogais juntas
um risco um numero
o Brasil se silenciou
a foz do holocausto
se abrasileirou
O que era bonito
ficou sensurado.
Lutamos morremos
tentamos construir
no entanto
ficaram os sonhos.
Agua e Oleo
No pingo
misturei
tudo em um.
Cores de longe
brilho do sol.
No oleo
agua se recusou
na tela
nada saiu.
Apertei forte
o pincel
a tela rasgou
quebrei o pincel.
misturei
tudo em um.
Cores de longe
brilho do sol.
No oleo
agua se recusou
na tela
nada saiu.
Apertei forte
o pincel
a tela rasgou
quebrei o pincel.
Lapis Meu
Pautas minhas
lapis meus,
escritas bambas
maos de minguem
solto em queda
o pranto ponta
o soluco ponto.
Dinamico reto
rascunho forte
historia simples
do dia morto.
Das ideias
o concreto moderno
a falta do surreal
diante do lapis
as maos
nas palmas
o som
e nas letras
o suor.
lapis meus,
escritas bambas
maos de minguem
solto em queda
o pranto ponta
o soluco ponto.
Dinamico reto
rascunho forte
historia simples
do dia morto.
Das ideias
o concreto moderno
a falta do surreal
diante do lapis
as maos
nas palmas
o som
e nas letras
o suor.
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