Choram aos ventos
o grande pensador
isolado e exilado
dentro e morto
com os dentes de ouro
e sede de verdade.
Sombreado pela luz
a sombra assombrando aqueles
que nao sonham.
Amarga o morto
com leite derramado
aos beijos nus
correm calados.
As letras amontoadas
frases fugidas
com relances inveridicos
flutuam no horizonte permanente.
Com identificacao qualquer
borboletas na gaveta
simplorio explorado
a relva la fora
amanhece o dia.
Monday, September 14, 2009
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
0 comments:
Post a Comment