A porcao de dentro chora,
e nas lagrimas do ontem
a janela aberta
e a luz rebenta.
Na escuridao a ponta do dedo que reluz.
Na ocasiao da chuva,
a sombrinha solitaria
e o alagamento do hoje sempre.
No barro seco
o corpo congelado.
E na onda da nevoa
a cruz esconde.
Dentro do abraco
a curva longa da afeicao.
E na ternura de seus olhos
o abraco que conforta.
E na solidadao
o agradecimento
do estar so,
dividido em varios.
Tuesday, August 25, 2009
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