Na infinitude do nada,
o longe se depara com o perto
o tempo esconde as vesperas.
E o cao morde a canela do inocente
que corrige o presente com dor.
No espelho embacado escreve-se estrelas.
No sinal o cometa a ilusao do belo
e na semente o tronco que morre,
nas folhas velhas o vento leva.
As flores adormecem nas lembrancas,
no consolo do tempo que passa
o aperto gostoso do cheiro
que lembra algo bom no passado.
Wednesday, August 26, 2009
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